segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Nem monges, nem Executivos...

CARTA AO MEU AMIGO STALLONE, QUE NÃO É O SYLVESTER, MAS É O DIEGO...


Meu brother,


Não pude deixar de pensar no que o Alessandro falou ontem. Refleti e cheguei a uma conclusão que já vinha amadurecendo e que acredito seja mais próximo da Bíblia. Primeiro, usar a Bíblia para o mundo corporativo só será possível se as pessoas estiverem dispostas a aceitar o pacote completo como cruz, renúncia, amor ágape, salvação, graça e etc.
Li o Monge e o Executivo e gostei, mas acredito que se aplica muito mais à caminhada cristã do que ao mundo corporativo. As pessoas estão sedentas por lucro e se importar com relacionamentos como um mero incremento da produtividade soa muito bonito mas é a mesma coisa que um disco arranhado porque se antes estavam só exercendo o medo, agora vão aplicar à liderança, e tudo com o intuito de otimizar o lucro. Nada mais coerente! Mas para o mundo corporativo.
O que nem o Monge nem o Executivo fazem é transformar o caráter da pessoa. Isso, meu mano, só Jesus, só renúncia, só o encontro com a morte. Jesus nos propõe o caminho da morte para alcançarmos a vida. Isso sim transforma e cura caráter. O resto é corporativismo e às vezes dos mais selvagens.
Por fim, para ganhar dinheiro, uma boa dose de medo sobre a equipe funciona -- estas são palavras do professor Alessandro. No entanto, ser tranformado pela renovação do nosso entendimento e experimentar a perfeita, santa e agradável vontade do Abba, só com muito amor. E aqui sou obrigado a concordar com o velho João: No amor não há medo (há segurança), antes o verdadeiro amor lança fora todo o medo. Ou seja, não há atividade mais arriscada que amar (parece um contrasenso), também não há mais rica atitude sobre toda a terra.
Em Jesus,
Que nunca confiou em monges ou executivos, mas que sabia amar,

Rodrigão

Carta com respeito a uma palestra corporativa ministrada por um professor do IBMEC na empresa em que trabalhei durante seis meses como prestador de serviços.

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